O artigo analisa a evolução do movimento associativo e cooperativo em Espanha e Portugal, desde a sua consolidação em contextos liberais e republicanos até à repressão e adaptação durante as ditaduras de Franco e Salazar.
Através de uma abordagem histórico-jurídica, o estudo evidencia como as cooperativas foram promovidas, controladas ou integradas pelos regimes autoritários, destacando os diferentes mecanismos legais e institucionais utilizados nos dois países.
A investigação demonstra ainda a capacidade de adaptação e sobrevivência dos movimentos associativo e cooperativo durante as ditaduras, destacando o seu papel no contexto das transições democráticas da década de 1970. O estudo termina em 1974, ano de viragem política em Espanha e Portugal, e sublinha a importância do cooperativismo na construção das novas democracias.
Entidade: Universidade de Vigo – Servizo de Publicacións
Editora: Servizo de Publicacións da Universidade de Vigo / Gráficas Muriel