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Noticias

Do Campo para a Mesa

Dando resposta a um simultâneo aumento da procura e da necessidade de escoamento de produtos, o Monte ACE criou a campanha “Do Campo para a Mesa”. Trata-se de uma iniciativa lançada a 10 municípios do distrito de Évora, que pretende elencar os pequenos produtores agroalimentares da região para divulgação junto dos consumidores, contribuindo não só para o escoamento da produção que a situação atual veio impedir, como para a importância da valorização dos produtos locais e da época.

A Hora Pro Bono

A hora Pro Bono é uma Iniciativa do GRACE dedicada aos atores da Economia Social para dar a conhecer as principais medidas legislativas excecionais de apoio ao sector social e solidário (bem como outras medidas aprovadas para o sector empresarial e estendidas ao Terceiro Setor) e esclarecer as dúvidas que a nova “legislação COVID-19” possa suscitar.

Retoma do autocaravanismo?

Da nossa associada Associação Autocaravanista de Portugal – CPA recebemos o comunicado que abaixo transcrevemos, relativo ao retomar da actividade autoravanista em função do abrandamento das medidas de confinamento.

CPES apela ao reforço da Economia Social

Face à pandemia, a CPES associa-se à posição da Social Economy Europe, defendendo que o próximo Quadro Comunitário de apoio deverá reforçar a possibilidade de investimentos estratégicos sem precedentes na Economia Social e vai propor ao governo a convocação de uma reunião, ainda que por via digital, do Conselho Nacional da Economia Social.

COVID-19 - Medidas de apoio às empresas aplicáveis às UPA

O CEARTE publicou a nota que a seguir transcrevemos, relativa a medidas de apoio a empresas que podem ser uteis às unidades produtivas artesanais (UPA):

“Face à atual situação de grande dificuldade que o setor do artesanato atravessa, num quadro que é comum à globalidade da economia portuguesa, o CEARTE procurou sistematizar no documento anexo a informação relativa às medidas de apoio às empresas lançadas pelo Governo, as quais, não sendo específicas para o artesanato, são no entanto aplicáveis às unidades produtivas artesanais.

Conversas@mesa

Os limites e as fragilidades da globalização alimentar tornaram-se indiscutivelmente visíveis no atual contexto de pandemia que vivenciamos e na consequente crise económica que se avizinha. Os 3,7 milhões de pessoas em risco de pobreza em Portugal serão seguramente as principais vítimas desta pandemia o que exige uma resposta consequente por parte de governos, sociedade civil, academia e setor privado para promover sistemas alimentares sustentáveis.

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