Animar integra a Direção da CPES – Confederação Portuguesa de Economia Social

07/02/2022 |
Animar integra a Direção da CPES – Confederação Portuguesa de Economia Social

 

Decorreu no passado dia 2 de fevereiro de 2022, no auditório da CONFAGRI, a Assembleia Geral para eleição dos órgãos sociais da CPES – Confederação Portuguesa de Economia Social para o triénio 2022/2025.

 

Depois de anunciar os membros eleitos, a presidente da mesa da assembleia geral, Maria do Céu Ramos, congratulou a nova direção e reconheceu o simbolismo do momento enquanto “prova de vitalidade” da confederação ao “serviço da economia social e da sociedade portuguesa”. “Desejo que este nosso mandato seja uma oportunidade para ultrapassarmos as vicissitudes do primeiro mandato, por força da pandemia, e que possamos consolidar e alargar a nossa esfera de ação. Mas, sobretudo, que possamos servir a comunidade e dar um sinal de compromisso das instituições que representamos”.

Os novos Orgãos Sociais da CPES são constituídos por Maria do Céu Ramos (Centro Português de Fundações), Pedro Bleck da Silva (APM-REDEMUT), Luís Cristina de Barros (União das Mutualidades), na assembleia geral; Manuel de Lemos (UMP), Aldina Batista Fernandes (CONFAGRI), Eleutério Alves (CNIS), Julieta Almeida Vasconcelos (CONFECOOP), Marco Sousa Domingues (ANIMAR), na direção; e Maria Clementina Henriques (Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto), Fernando Centeno Amaro (APM-REDEMUT) e José dos Santos Almeida (União das Mutualidades), no conselho fiscal.

Após tomar posse, Manuel de Lemos agradeceu o empenho e dedicação dos órgãos cessantes, num contexto marcado pela pandemia, e o voto de confiança na equipa que encabeça nos próximos anos. Dando continuidade ao trabalho iniciado pelos seus antecessores, aquando da fundação e primeiros anos de vida da CPES, definiu como objetivos para o mandato que agora inicia a afirmação da economia social na sociedade portuguesa.

“Não somos o terceiro setor, somos parte integrante da sociedade, da economia, do direito, da vida das pessoas e das comunidades. Somos economia social e é aí que temos de afirmar a nossa liderança, presença e contribuição para uma sociedade mais livre, justa e coesa. Esse é o nosso grande objetivo”, clarificou perante os representantes das restantes famílias.

Para a concretização dos objetivos a que se propõe, apelou à mobilização de todos os que integram a Confederação Portuguesa de Economia Social. “A participação de todos é importante para que nos sintamos parte desta confederação. O caminho faz-se caminhando e é para isso que vos convoco a todos, certo de que ninguém faz nada sozinho, só uma equipa”.

No balanço do mandato que agora termina, o presidente cessante, Manuel dos Santos Gomes (CONFAGRI), começou por destacar os constrangimentos que limitaram o plano de ação da CPES nos primeiros quatro anos de atividade, como a pandemia e mudança governativa. Apesar das dificuldades sentidas, congratulou-se pelos primeiros passos da confederação criada em 2017, sublinhando os esforços encetados para estabelecer a futura sede da confederação – espaço na antiga Mitra –, os contactos junto de vários órgãos a nível nacional e a assinatura do acordo assinado para a formação profissional e qualificação da economia social, com a participação de todos os membros do Conselho Nacional para a Economia Social.

A CPES tem como objetivos a promoção e a defesa das organizações da economia social, representando o setor a nível nacional e internacional, e posiciona-se como um parceiro social na concertação, na definição das políticas públicas e nas orientações estratégicas destinadas à economia social.

Para conhecer mais informações sobre a CPES, clique AQUI.

Fonte: União das Misericórdias Portuguesas

Ficheiros:

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