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Populações rurais pedem serviços básicos e emprego, reconhecimento do papel vital das áreas rurais e expansão da abordagem LEADER

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Cerca de 80% dos participantes a nível europeu e 76% a nível nacional identificaram a criação de emprego como o principal aspeto a melhorar nas próximas décadas nas áreas rurais, seguida pela disponibilidade de serviços de proximidade comparáveis aos das cidades. No caso português foi ainda destacada a necessidade de criação de polos de desenvolvimento de indústrias sustentáveis.

 

Os serviços de proximidade mais valorizados, tanto a nível geral como a nível nacional, são os de saúde, educação, cuidados a idosos e pessoas dependentes, acessibilidades e habitação acessível. 92% dos portugueses consideraram essencial a existência de serviços de saúde de proximidade nas áreas rurais.

Relativamente ao LEADER, 69% dos que responderam a nível europeu e 76% no caso da amostra de Portugal consideraram como principal resultado do LEADER a dignificação dos territórios rurais, através do aumento do seu prestígio e da sua valorização. São também assinaladas as oportunidades a nível da participação da população e das organizações da sociedade civil no desenho de estratégias de desenvolvimento e o apoio a pequenas e médias empresas locais. A vasta maioria, mais de 95%, consideram que o LEADER deve ter continuidade e a generalidade (mais de 80%) consideram quem sem o LEADER o seu território não teria tido um desenvolvimento semelhante ao que se verificou.

Relativamente ao futuro, muitos participantes indicaram uma necessidade de melhorar a imagem das áreas rurais junto das populações urbanas e dos decisores políticos e de reconhecimento da sua vitalidade para a sociedade como um todo. Sobre a abordagem LEADER é defendido um retorno aos princípios mais originais, sobretudo ao reforço da participação local, uma maior flexibilidade para adaptar as estratégias às características locais ou um reforço do orçamento, com destaque para a animação territorial e a capacitação e mobilização de agentes locais. É referida frequentemente a necessidade de reduzir a burocracia e os tempos de espera dos promotores de projetos. Por fim, é defendida uma extensão da abordagem a outros instrumentos e uma maior utilização da metodologia em questões como a adaptação e mitigação das alterações climáticas, a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas, a promoção do uso de energias renováveis ou na promoção da economia circular.

Foi desenvolvido um relatório de síntese dos resultados de nível europeu e um outro que destaca os resultados de Portugal. Consulte em anexo os relatórios.

(in Minha Terra)

 

 

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