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CEARTE comemora 30 anos sob lema “qualificações, inovação e tradição”

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Em cerimónia que contou com os Presidentes do IEFP,IP, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, do Turismo Centro de Portugal, da CIM região de Coimbra, dos Presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Alvaiázere e Miranda do Corvo, e com a presença de mais de 300 pessoas o CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e o Património celebrou o 30ª aniversário na Antiga Igreja do Convento de S. Francisco, um ex-libris do património de Coimbra.

 

Todos os intervenientes realçaram o relevante trabalho do CEARTE em todo o país na área da qualificação e valorização dos artesãos portugueses e, desse modo, na afirmação do artesanato e do património, enquanto elementos fundamentais para a afirmação do território, para o desenvolvimento sustentado do tecido económico e social, para a criação de emprego e riqueza e para a defesa e projeção da identidade de cada região e do país.

O evento, totalmente organizado pela equipa do CEARTE teve, para além da sessão, quatro outras iniciativas relevantes:

As Exposições "30 anos do CEARTE", "Startups no Artesanato", “Empreendedorismo social e criativo” e "Produções Artesanais Certificadas", instaladas nos altares laterais da igreja, que mostraram, através de peças, como a ação do CEARTE acrescenta valor aos produtos tradicionais e endógenos, dando um enquadramento ímpar ao artesanato português que hoje se apresenta sofisticado, criativo e apelativo.

E ainda a Exposição “produtos artesanais certificados”: Mostra 11 produções artesanais portuguesas certificadas – desde Bordado de Castelo Branco a Olaria de Barcelos, num sistema que visa promover a genuinidade e qualidade das produções tradicionais, salvaguardando o artesanato português da contrafação e da concorrência desigual de produtos similares que, muitas vezes, usurpam o nome e o prestígio dos que são genuínos confundindo o próprio consumidor.

A Apresentação Multimédia”30 anos a Empreender com raízes no passado e asas de futuro”, que mostrou 30 unidades produtivas artesanais de sucesso, demonstrativas de tantas outras, criadas nestes 30 anos e que, para além de constituírem o modo de vida de muitas famílias, renovaram e modernizaram o sector do artesanato e contribuíram, à sua escala, para a construção de um país mais moderno e mais coeso socialmente, ancorado nos seus recursos patrimoniais, identitários e diferenciadores.

Além do visionamento houve testemunhos em direto de pessoas formadas no CEARTE e que têm hoje os seus ateliers sendo reconhecidos a nível nacional pelo seu trabalho no artesanato – exemplo Isabel Lacerda formanda de 1987 e com empresa criada na área da cerâmica com grande projeção.

O Lançamento do livro “CEARTE 30 anos Memória e Futuro”, este livro apresentado e oferecido aos participantes sistematiza um pouco da história do Centro, contem informação e mesmo dados estatísticos relevantes para o setor e perspetiva algumas pistas de futuro e perspetiva algumas pistas de futuro. É singular porque é escrito não “por um autor” mas sim a “muitas mãos”. São 60 as pessoas/cearteanos que deram o seu contributo, desde o fundador aos formandos.

Na apresentação do livro Luís Rocha – Diretor do Centro, revelou alguns dados que constam do livro e que comprovam estas mudanças e o papel do CEARTE:

  1. “Há 30 anos metade dos artesãos portugueses tinha apenas o 4º ano de escolaridade ou menos; só 2% tinham mais que o 11º ano. Hoje só 1% tem o 4º ano, tendo 27% o ensino secundário e 22% formação superior;
  2. Há 30 anos 26% tinham mais de 65 anos e só 16% menos que 35 anos. Hoje 70% têm menos que 50 anos;
  3. Há 30 anos não se falava em inovação no artesanato, hoje são vários os projetos em curso a nível nacional assentes nas metodologias sedimentadas pelo CEARTE, acrescentando valor e dando um enquadramento impar ao artesanato português, que se apresenta sofisticado, criativo e apelativo;
  4. Hoje o artesão tem no CEARTE diversos serviços de apoio técnico, de apoio à inovação e ao empreendedorismo;
  5. Hoje temos cerca de 500 Unidades Produtivas Artesanais com o selo Portugal Sou Eu que distingue e promove a produção nacional;
  6. Hoje temos 11 produções artesanais certificadas, 3 com caderno de especificações aprovados e 7 em fase de aprovação;
  7. Hoje temos uma resposta formativa de qualidade e disponível em todo o país.

Mais do que isto demonstra que, aos 30 anos, o CEARTE ganhou um papel relevante e insubstituível no sector.”

O Desfile de moda “Recriar Tradições”, a sessão terminou com um belíssimo Desfile de Moda “Recriar Tradições” onde desfilaram 40 coordenados concebidos e executados na formação do CEARTE, alguns dos quais vencedores de prémios nacionais e internacionais, que mostram como, valorizando as matérias-primas tradicionais e o saber fazer artesanal se obtêm roupas e acessórios inovadores de elevada qualidade técnica e estética, compondo looks sofisticados de peças únicas, com valor patrimonial e identitário muito forte.

Em cerimónia que contou com os Presidentes do IEFP,IP, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, do Turismo Centro de Portugal, da CIM região de Coimbra, dos Presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Alvaiázere e Miranda do Corvo, e com a presença de mais de 300 pessoas o CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e o Património celebrou o 30ª aniversário na Antiga Igreja do Convento de S. Francisco, um ex-libris do património de Coimbra.

Todos os intervenientes realçaram o relevante trabalho do CEARTE em todo o país na área da qualificação e valorização dos artesãos portugueses e, desse modo, na afirmação do artesanato e do património, enquanto elementos fundamentais para a afirmação do território, para o desenvolvimento sustentado do tecido económico e social, para a criação de emprego e riqueza e para a defesa e projeção da identidade de cada região e do país.

O evento, totalmente organizado pela equipa do CEARTE teve, para além da sessão, quatro outras iniciativas relevantes:

As Exposições "30 anos do CEARTE", "Startups no Artesanato", “Empreendedorismo social e criativo” e "Produções Artesanais Certificadas", instaladas nos altares laterais da igreja, que mostraram, através de peças, como a ação do CEARTE acrescenta valor aos produtos tradicionais e endógenos, dando um enquadramento ímpar ao artesanato português que hoje se apresenta sofisticado, criativo e apelativo.

E ainda a Exposição “produtos artesanais certificados”: Mostra 11 produções artesanais portuguesas certificadas – desde Bordado de Castelo Branco a Olaria de Barcelos, num sistema que visa promover a genuinidade e qualidade das produções tradicionais, salvaguardando o artesanato português da contrafação e da concorrência desigual de produtos similares que, muitas vezes, usurpam o nome e o prestígio dos que são genuínos confundindo o próprio consumidor.

A Apresentação Multimédia”30 anos a Empreender com raízes no passado e asas de futuro”, que mostrou 30 unidades produtivas artesanais de sucesso, demonstrativas de tantas outras, criadas nestes 30 anos e que, para além de constituírem o modo de vida de muitas famílias, renovaram e modernizaram o sector do artesanato e contribuíram, à sua escala, para a construção de um país mais moderno e mais coeso socialmente, ancorado nos seus recursos patrimoniais, identitários e diferenciadores.

Além do visionamento houve testemunhos em direto de pessoas formadas no CEARTE e que têm hoje os seus ateliers sendo reconhecidos a nível nacional pelo seu trabalho no artesanato – exemplo Isabel Lacerda formanda de 1987 e com empresa criada na área da cerâmica com grande projeção.

O Lançamento do livro “CEARTE 30 anos Memória e Futuro”, este livro apresentado e oferecido aos participantes sistematiza um pouco da história do Centro, contem informação e mesmo dados estatísticos relevantes para o setor e perspetiva algumas pistas de futuro e perspetiva algumas pistas de futuro. É singular porque é escrito não “por um autor” mas sim a “muitas mãos”. São 60 as pessoas/cearteanos que deram o seu contributo, desde o fundador aos formandos.

Na apresentação do livro Luís Rocha – Diretor do Centro, revelou alguns dados que constam do livro e que comprovam estas mudanças e o papel do CEARTE:

  1. “Há 30 anos metade dos artesãos portugueses tinha apenas o 4º ano de escolaridade ou menos; só 2% tinham mais que o 11º ano. Hoje só 1% tem o 4º ano, tendo 27% o ensino secundário e 22% formação superior;
  2. Há 30 anos 26% tinham mais de 65 anos e só 16% menos que 35 anos. Hoje 70% têm menos que 50 anos;
  3. Há 30 anos não se falava em inovação no artesanato, hoje são vários os projetos em curso a nível nacional assentes nas metodologias sedimentadas pelo CEARTE, acrescentando valor e dando um enquadramento impar ao artesanato português, que se apresenta sofisticado, criativo e apelativo;
  4. Hoje o artesão tem no CEARTE diversos serviços de apoio técnico, de apoio à inovação e ao empreendedorismo;
  5. Hoje temos cerca de 500 Unidades Produtivas Artesanais com o selo Portugal Sou Eu que distingue e promove a produção nacional;
  6. Hoje temos 11 produções artesanais certificadas, 3 com caderno de especificações aprovados e 7 em fase de aprovação;
  7. Hoje temos uma resposta formativa de qualidade e disponível em todo o país.

Mais do que isto demonstra que, aos 30 anos, o CEARTE ganhou um papel relevante e insubstituível no sector.”

O Desfile de moda “Recriar Tradições”, a sessão terminou com um belíssimo Desfile de Moda “Recriar Tradições” onde desfilaram 40 coordenados concebidos e executados na formação do CEARTE, alguns dos quais vencedores de prémios nacionais e internacionais, que mostram como, valorizando as matérias-primas tradicionais e o saber fazer artesanal se obtêm roupas e acessórios inovadores de elevada qualidade técnica e estética, compondo looks sofisticados de peças únicas, com valor patrimonial e identitário muito forte.

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