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Relatório de 2009 sobre o envelhecimento da população

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Segundo o Comissário dos Assuntos Económicos, Joaquín Almunia, não será fácil resolver o problema do envelhecimento da população durante a recessão. Todavia, está persuadido de que tal será possível mediante a adopção de políticas bem concebidas e dirigidas para uma despesa social mais eficaz, o aumento da produtividade, a melhoria da educação e o aumento das taxas de emprego.
Mas sobretudo, de acordo com um documento da Comissão sobre o envelhecimento da população, o que será realmente importante é que os governos dos países da UE reduzam os seus défices orçamentais assim que se registe uma retoma da economia. Dentro de cinquenta anos, a população será sensivelmente a mesma de hoje, mas muito mais idosa. A idade média, que actualmente ronda os 40 anos deverá ser de 48anos, porque as pessoas vivem mais tempo, as taxas de natalidade são baixas e os fluxos de migração estão a diminuir. Esta situação traduzir-se-à na diminuição da população em idade activa e no aumento dos custos das pensões, dos cuidados de saúde e dos cuidados de longa duração prestados aos idosos.

A pressão sobre as finanças públicas será significativa se a UE continuar a evoluir desta forma. De acordo com o referido relatório, as despesas aumentarão, em média, 4.7% do PIB até 2060, devido ao aumentos dos números de idosos. Nessa altura, existiram apenas duas pessoas em idade activa (entre os 15 e os 64 anos) por cada pessoa com mais de 65 anos, em vez das quatro actuais.

Mas são necessárias mais reformas dos regimes de pensões e de outros regimes de apoio aos idosos, assim como medida para que os idosos trabalhem mais tempo. Com efeito, o relátorio sublima que apenas 50% das pessoas com 60 anos trabalham.

 

 

 

 

 

 

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