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D&F, nº 7 (Abr./Jun.2014) - Família e Trabalho

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Título: D&F - Revista DIRIGIR&FORMAR, 7 (Abril/Junho 2014)
Autor: Lídia Spencer Branco (coordenação), Alice Cardoso, Ana Maria Nogueira, Arménio Rego, Carlos Barbosa de Oliveira, Fernando Ferreira, João César das Neves, João Godinho Soares, Miguel Pina e Cunha, Nuno Gama de Oliveira Pinto, Ruben Eiras, Teresa Souto, Vanda Vieira, Vitalino José Santos e Vitor Moura Pinheiro.Edição: IEFP
Ano: 2014

A temática da conciliação entre o trabalho e a vida pessoal e familiar assume grande relevância, tendo hoje porventura uma renovada pertinência, fruto da evolução económica e social mais recente, designadamente por duas ordens de razões: i) numa sociedade fortemente competitiva à escala global, marcada por uma contínua pressão para a maximização de resultados e para a necessidade de uma permanente atualização de competências, a vida profissional tende a tornar-se de tal forma exigente que pode penalizar a vida pessoal e familiar, tornando mais difícil a conciliação entre estes domínios; e ii) a evolução das estruturas familiares (por efeito, por exemplo, da menor natalidade e do aumento da população idosa), de tudo o que as envolve para além do «mundo do trabalho», das expetativas e valores dominantes, lança novos desafios à reflexão sobre esta temática e, consequentemente, ao desenho de políticas públicas que promovam uma maior e melhor conciliação entre o tempo dedicado ao trabalho, à família e a si próprio. A abordagem a este tema constitui, assim, o foco da presente edição, reunindo um conjunto de artigos com «olhares» diversos sobre o mesmo.
Não existindo uma fórmula mágica ou única cuja aplicação permita encontrar um ponto de equilíbrio entre o indivíduo, a família e o trabalho, cabe a todos, começando pelos próprios e também à sociedade no seu conjunto, procurar as melhores soluções que promovam o equilíbrio mais ajustado a cada situação. De facto, tal como é referido num dos artigos desta edição, compete desde logo aos indivíduos e às suas famílias procurar conciliar as suas atividades de modo a que seja alcançada a maior harmonia possível entre as de cariz profissional, pessoal e familiar.
Mas também se reconhece que essa conciliação só é sustentável se os empregadores a favorecerem e valorizarem como ativo até para uma maior produtividade dos seus trabalhadores, além de ser uma forma de afirmação da sua responsabilidade social. Dos artigos que integram a presente edição destaco, por isso, as entrevistas concedidas por três responsáveis de empresas que promovem ações tradicionalmente asseguradas pelas famílias e que se inserem nessa perspetiva, como o desenvolvimento de atividades em períodos de férias escolares destinadas aos mais novos e o acompanhamento e prestação de cuidados a membros da família mais idosos ou a outros dependentes.

DirigirFormar7

 

 

 

 

 

 

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