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O desenvolvimento global é realizável?

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O desenvolvimento globalTítulo: O desenvolvimento global é realizável? - Relatório da Conferência
Edição: Patrícia Magalhães Ferreira e José Pedro Mantero
Ano: 2015

Esta publicação resume os trabalhos da Conferência do Ano Europeu para o Desenvolvimento, realizada a 13 de outubro de 2015 no Museu do Oriente, em Lisboa. A Conferência foi organizada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, o Instituto Marquês de Valle Flor - IMVF, o European Centre for Development Policy Management – ECDPM, o Centro de Informação Regional das Nações Unidas - UNRIC e a Fundação Oriente. Especificamente, a publicação é organizada no âmbito do Acordo de Colaboração entre o Camões I.P., o IMVF e o ECDPM. A publicação reúne os discursos, intervenções e resumo dos debates da conferência, sendo os textos apresentados na sua língua original (Português ou Inglês). As opiniões expressas são as dos conferencistas, não vinculando qualquer instituição.

"Assistimos hoje à globalização do Desenvolvimento. A arquitetura mundial do desenvolvimento está a sofrer mutações rápidas e profundas, com as dicotomias simples - Norte/Sul ou países desenvolvidos/em desenvolvimento – a tornaram-se obsoletas. A alteração na geografia mundial da pobreza significa que a maioria das populações pobres vive agora em países de rendimento médio, enquanto os países mais pobres e não relevantes do ponto de vista geoestratégico são esquecidos na sua vulnerabilidade. Os desafios do desenvolvimento são cada vez mais interdependentes e multidimensionais, incluindo questões de segurança, ambiente, migrações e outras preocupações às quais a ajuda ao desenvolvimento não consegue responder. São também cada vez mais complexos, já que o crescimento demográfico, a retirada de milhões de pessoas da pobreza extrema e o “Direito ao Desenvolvimento” podem chocar com a necessária alteração dos padrões de produção e consumo, para modelos e políticas mais sustentáveis.
O Desenvolvimento deixou, portanto, de ser apenas uma questão direcionada dos mais ricos para os mais pobres, para se tornar numa preocupação comum e global. Será a globalização do bem-estar possível e realizável?"

 

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