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CPES -A seguir à escritura pública falta a eleição dos órgãos sociais (Solidariedade, 1/7/2018)

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É oficial: Portugal já tem uma Confederação que congrega as nove famílias da Economia Social, que andaram décadas mais desavindas do que unidas. E o dia 21 de junho de 2018 fica no calendário como aquele em que foi lavrada e assinada a escritura pública da Confederação Portuguesa de Economia Social (CPES).
Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Portugal (Confagri), União das Misericórdias Portuguesas (UMP), União das Mutualidades Portuguesas, Centro Português de Fundações (CPF), Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), Confederação Cooperativa Portuguesa (Confecoop), a Animar (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local) e Associação Portuguesa de Mutualidades (APM) firmaram, pela chancela dos seus dirigentes de cúpula, a constituição da "maior organização do país", como sustentou o presidente da Comissão Instaladora, Francisco Silva.
"Vai ser, em termos de representação, a maior organização do país, pelas organizações que junta da parte social e económica", afirmou, mostrando-se confiante no futuro.
O grande objetivo é representar o setor e fazer ouvir a sua voz junto dos órgãos de administração, quer portuguesa quer da união Europeia. "Temos a convicção de que uma organização assim vai ser aceite pelos poderes públicos", defendeu.
Pela CNIS firmaram o compromisso o presidente e o presidente-adjunto, padre Lino Maia e João Dias, respetivamente.
O passo seguinte, depois da oficialização da CPES, passava pela escolha dos órgãos sociais, processo que teve o primeiro capítulo no dia 3 de julho, mas que prosseguirá até haver consenso sobre as personalidades a ocuparam os cargos.
Recorde-se que depois de décadas de desconfiança, as organizações mais representativas da sociedade civil – das centenárias Misericórdias às cooperativas, das IPSS às mais recentes associações de desenvolvimento local, das Fundações às coletividades e às mutualidades – lograram, em pouco mais de um ano, colocar de lado as diferenças e enfatizar os pontos em comum, alcançando o feito já considerado como histórico de se juntarem na mesma casa, a da Economia Social.

 

 

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