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Economia Social diz que maioria das organizações cumpre a lei (Jornal de Notícias, 22/12/2017)

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Perante as notícias sobre a Raríssimas, as confederações da Economia Social juntaram-se ontem para afirmar que as organizações do setor, em particular as dedicadas à assistência social, não podem estar sob suspeição generalizada. Argumentam que são alvo de vários tipos de fiscalização, em particular as financiadas por fundos europeus, prestam um serviço complementar ou em substituição do Estado e vivem, em grande medida, do voluntariado de dirigentes e trabalhadores.
É que, dizem, o modelo de financiamento das organizações da economia social não é suficiente para fazer face às necessidades e implica "excessivos processos burocráticos", além de sofrer atrasos "ao nivel da aprovação de candidaturas e do fluxo dos reembolsos das despesas", lê-se num comunicado assinado pelos representantes das organizações de desenvolvimento local, IPSS, cooperativas, coletividades de cultura, recreio e desporto, misericórdias e o Centro de Estudos em Economia Pública e Social.
As dificuldades traduzem-se num défice de 412 milhões, em 2013, e que corresponde à diferença entre os custos e as receitas oriundas das comparticipações das famílias, dos subsídios e de rendimentos de propriedade. Apesar disso, representam 6% do emprego remunerado. Apelam, por isso, a que o caso Raríssimas não prejudique "milhares de organizações, com sérios impactos na sua imagem, integridade e dedicação e até com consequências imprevisíveis na sua sustentabilidade".

A.F.

 

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