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A importância da agricultura familiar para a economia local (Gazeta do Interior, 15/11/2017)

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A Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB), a Animar – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local e a Associação Amato Lusitano organizam, dia 23 deste mês, no auditório da AEBB, o Fórum do Desenvolvimento – Circuitos Curtos de Produção e Consumo.
Uma iniciativa sobre o qual o presidente da AEBB, José Gameiro, afirmou que “no âmbito de conversações a Região vai passar a dar passos largos nesta temática”, sublinhando que “esta é também uma aposta desta associação”.
A importância da agricultura familiar para a economia local Um forum para promover a partilha e troca de experiências entre entidades de economia social António Tavares Para José Gameiro “os produtos endógenos são também grande parte do que pode alavancar a economia do território”, explicando que “não pela quantidade, mas pela qualidade”.
Por seu lado, o presidente da Animar, Marco Domingues, explicou que o objetivo “é trazer um conjunto de iniciativas para o território e chegar junto das organizações de economia social, nomeadamente das instituições particulares de solidariedade social (IPSS)”.
Isto, com um “desafio”, que consiste em que “tudo aquilo que se consome localmente resulte de um equilíbrio entre a oferta e a procura” Assim, nesta iniciativa o que se vai “trazer é um conjunto de boas práticas que estão consolidadas”, através das quais, aquilo que se consome, por exemplo, batatas ou couves, sejam resultado de produtores locais, sendo os produtos consumidos nas organizações de economia social”, apesar de mais à frente também se poder aplicar a restaurantes”.
Marco Domingues defende que “nós devíamos ser muito mais soberanos a nível alimentar. Criar a eficiência entre as partes, ou seja, entre os produtores e só consumidores” e realça que este é um modo de colocar “o dinheiro a funcionar no nosso território, consumindo o que é cá produzido”.
Também destacado é que “a agricultura familiar assume relevante importância, sobretudo nos territórios de baixa densidade, sendo, na maioria das vezes, um complemento ao orçamento familiar”, pelo, que, “neste sentido, destaca-se o forte contributo dos circuitos curtos de produção e consumo local para o apoio à agricultura familiar, garantindo a proximidade entre produtores e consumidores, bem como o escoamento dos produtos locais”.
Com tudo isto como pano de fundo, o Forum tem como objetivo “promover a partilha e troca de experiências entre entidades de economia social, criar mecanismos de fornecimento às IPSS locais, facilitar o encontro entre produtores locais, contribuir para a partilha de modelos, problemas e soluções dos modelos de circuitos curtos e criar modelos de circuitos curtos de produção e consumo local na Região de Castelo Branco”.
O programa do Forum começa às 9h30 e a partir das 9h45 decorre o painel Práticas de Circuitos de Comercialização e Produção Local.
Às 11 horas tem início o painel Partilha de Experiências de Economia Social e Solidária, continuando os trabalhos com um debate que antecede o almoço em que serão servidos produtos locais da Região da Beira Baixa.
À tarde, a partir das 14h15, decorrem dois grupos de trabalho de reflexão. Um dedicado aos Problemas e soluções dos Circuitos Curtos de Produção e Consumo e outro sobre Conceção de Circuito Curto de Produção e Consumo a Partir da Economia Social e Solidária em Castelo Branco.
O fecho dos trabalhos conta com a presença do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas.

 

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