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Setúbal defende mais economia social (O Setubalense, 19/12/2016)

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Combater as desigualdades sociais com um reforço de verbas e de parcerias institucionais foi uma das necessidades que sobressaíram no seminário “Conversas Traçadas - Inclusão e Economia Social no Combate às Desigualdades”, realizado quinta-feira, em Setúbal.
No encerramento do encontro, a presidente da Câmara falou no sufoco financeiro causado pelo serviço da dívida de Portugal. “Será muito difícil encetar um eficaz combate às desigualdades enquanto não conseguirmos aplicar no desenvolvimento da economia recursos financeiros que continuam a ser canalizados para o monstruoso pagamento dos juros da dívida”, destacou.
A educação inclusiva, com o alargamento da Língua Gestual Portuguesa nas escolas, o combate à pobreza e os problemas que as pessoas portadoras de deficiência enfrentam foram alguns dos assuntos em discussão na conferência promovida pela Secretaria de Estado da Igualdade e Cidadania e pelo Sem Mais Jornal, organizada pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, com a parceria da Câmara.
O ministro adjunto Eduardo Cabrita, presente no encerramento dos trabalhos deste primeiro de um conjunto de seis encontros a realizar no país, assegurou que o Governo tem consciência da dimensão do problema da pobreza e que este “carece de uma resposta à escala global”. A economia social, que designa o conjunto de empresas não públicas com livre autonomia de decisão, como cooperativas, mutualidades, instituições particulares de solidariedade social e misericórdias, é abordado pelo Governo como uma “missão transversal”, referiu Eduardo Cabrita, reconhecendo que é necessária “uma agenda para a igualdade que não seja periférica”.

 

 

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